Eclipse anular do Sol
O eclipse solar ocorre no início da Lua nova. Neste caso, o Sol e a Lua se encontrarão em Aquário, signo em que também se encontra Plutão. Aquário é o signo da era à qual estamos entrando. É um signo de renovação, independência e autonomia que promove a fraternidade e a unidade entre os seres de diferentes espécies e, por sua vez, entre os seres e os elementos, e a Mãe Gaia. O eclipse ocorrerá com Sol e Plutão em aspecto favorável com Urano em Gêmeos. Isso significa que haverá muita energia de ar no ambiente. O ar é nossa mente, que nos levará a processos de reflexão. O aspecto harmônico entre esses três planetas nos dá a oportunidade de nos abrir para a verdade que habita em nosso ser; tocará fibras íntimas de transformação e nos colocará perguntas sobre o sentido de nossa existência e o fazer da humanidade. Tocará nossas zonas escuras e luminosas. O resultado estará na capacidade que tivermos de transitar por essas zonas, sem julgamento, com um imenso amor. Seus efeitos começarão a ser sentidos 48 horas antes do eclipse e estarão presentes durante os 14 dias seguintes ao eclipse. Você está preparado para abraçar-se em totalidade? Com sua luz e sua sombra? Podem surgir cansaço, queda de energia e uma sensação de fraqueza na região das panturrilhas. Nos ajudarão muito os exercícios de enraizamento, caminhar descalços, o contato com a natureza e beber muita água. O eclipse é uma energia interrompida que nos ajuda a soltar o que já não desejamos em nossa vida 24 horas antes do eclipse e enquanto ele dura. 24 horas depois de passado o eclipse, a energia recomeça renovada e poderemos nos abrir para receber o que desejamos e merecemos. Se a faixa do eclipse passar pela sua região, você deve esperar 48 horas antes de iniciar algo importante. Se soubermos utilizá-lo, ele nos ajuda a deixar para trás situações difíceis e, uma vez passado o eclipse, a nos abrir para a mudança e para o novo. Um eclipse solar ocorre quando a Lua se alinha entre o Sol e a Terra. Em um eclipse anular podemos ver como a Lua chega ao centro do Sol; ela se vê menor que o Sol e não consegue cobri-lo totalmente, o que produz um efeito como de anel.